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    Projetos

    Risk

    O projeto internacional RiskBenefit4EU teve o seu início formal no passado dia 17 de Janeiro nas instalações da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) em Parma, Itália, através de um kick-off meeting com representantes da EFSA e das instituições europeias envolvidas no consórcio do projeto, onde a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) se inclui.

    RiskBenefit4EU é um projeto financiado pela EFSA e coordenado pelo Departamento de Alimentação e Nutrição, do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA). Este projeto envolve 5 instituições de 3 Estados-membros da União Europeia (UE): INSA, ASAE, Portugal, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (UPORTO), Portugal, Institut National de la Recherche Agronomique (INRA), França e National Food Institute, Technical University of Denmark (DTU), Dinamarca.

    RiskBenefit4EU baseia-se no lema "trabalhando em equipa para fortalecer a avaliação de risco-benefício na UE através do desenvolvimento e aplicação de uma abordagem holística". Os principais objetivos deste projeto incluem o fortalecimento da capacidade da UE para avaliar e integrar os riscos e benefícios alimentares para a saúde dos consumidores, nas vertentes microbiológicas, nutricionais e químicas, através do desenvolvimento de uma metodologia harmonizada que será disponibilizada para as diferentes instituições dos Estados-membros da UE. Esta ferramenta permitirá desenvolver e otimizar a avaliação do risco-benefício associado à alimentação, visando a prevenção da doença e promoção da saúde pública.

    Mais informações sobre o projeto encontram-se disponíveis no site:
    https://riskbenefit4eu.wordpress.com/ 

     

    O curioso jogo do Dr. Alberto

    A ASAE associou-se à escritora de livros infantis Rita Vilela, em mais um livro sobre um tema de extrema importância – as alergias infantis - em que o objetivo é fazer chegar uma mensagem importante ao público-alvo mais sensível - as crianças - através de um jogo. A história, metafórica, compara a gestão de uma alergia a um jogo de ação, ajudando as crianças com doenças alérgicas a aceitarem a sua situação e a lidarem com ela de uma forma mais positiva. O livro incluiu uma sobrecapa com um jogo de tabuleiro original, para jogar com amigos ou mesmo na escola.

    Para além do apoio da ASAE, o livro conta ainda com a colaboração e validação técnica do SPAIC - Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica

    Teaser do livro disponível em: Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=wf92P-pRmXk


    MULTIMYCORISK

    Rede internacional de formação em Micotoxinas em G.A.

    O objetivo do projeto MULTIMYCORisk - Innovative Training Network é desenvolver conhecimento e ferramentas para realizar análises de risco (AR) de exposição combinada a múltiplas micotoxinas (MTX) provenientes de várias vias (orais e inaladas) e fontes (alimentos e ocupacional) de exposição, de modo a proteger a saúde pública e dos trabalhadores. MTX são metabólitos fúngicos que contaminam os produtos agrícolas, levando a enormes perdas económicas na cadeia agro-alimentar. A grande preocupação é a sua generalizada presença e efeitos tóxicos, tais como hepato e nefrotoxicidade, teratogenicidade, imunossupressão, efeitos cancerígenos, perturbações endócrinas, entre outros. Embora a avaliação de risco e os regulamentos tenham sido estabelecidos para algumas MTX individualmente, alguns pontos cruciais são desconsiderados:

    i) o efeito de misturas, incluindo MTX emergentes e mascaradas;

    ii) o poder das mudanças climáticas modificarem a sua produção;

    iii) os efeitos adversos para a saúde em ambientes ocupacionais.

    O MULTIMYCORisk - oferece uma abordagem holística, que abrange todo o ciclo da AR, combinando especialização multidisciplinar em toxicologia, ciências da exposição, técnicas, biomonitoramento, saúde ocupacional, micologia, mudanças climáticas, avaliação e gestão de riscos.

    Para efeitos do presente projeto, foram concebidos um total de 15 projetos de investigação individuais, no âmbito de uma rede internacional e multissectorial de entidades, onde a ASAE irá participar, tais como: Universidades, Institutos Nacionais de Saúde, Centros de pesquisa agro-alimentar, autoridades nacionais/internacionais de segurança e empresas privadas de biotecnologia / agro-alimentar. A metodologia inclui novas estratégias de toxicidade, análise de interações, deteção de biomarcadores, validações interlaboratoriais, biomonitoramento humano, ecofisiológico e molécular.


    SafeFoodMed

    Quando existe falta de organização estrutural e/ou legislação relativa aos Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar nas empresas, a implementação do Codex Alimentarius acaba por ser o único recurso para a garantia da segurança alimentar, em países em desenvolvimento. No entanto, a sua implementação, nomeadamente ao nível do HACCP, nem sempre é simples para as PME desses países, devido à complexidade da sua aplicação. Nesse sentido, no projeto SafeFoodMed propõe-se a implementação de dois métodos simplificadores originais para a implementação dos requisitos de segurança alimentar do Codex Alimentarius:

    i) Método abrangente de gestão de higiene nas indústrias agro-alimentares;

    ii) Método alternativo para a árvore de decisão para determinação dos Pontos Críticos de Controle. Esta abordagem terá como principal desafio o estabelecimento de padrões alimentares e controlo da gestão nas PME.

    A experiência coletiva, que consiste em reunir um número de especialistas num determinado campo específico para melhor fundamentar um parecer coletivo sobre um problema, é a segunda ferramenta proposta pela SafeFoodMed para ser usada pelas agências de segurança alimentar do sul do Mediterrâneo envolvidas na avaliação de risco. Esta abordagem irá lidar com o desafio de analisar os riscos alimentares e permitir que as agências nacionais de segurança alimentar tomem decisões de modo a garantir a segurança dos alimentos, preservando os hábitos alimentares dos géneros alimentícios tradicionais do Egipto, Argélia e Marrocos. As autoridades competentes em matéria de segurança alimentar dos países do Sul do Mediterrâneo poderão, assim, estabelecer novas formas de se organizar com base na cooperação com as agências da EU dos países parceiros.

    Esta riqueza de abordagens propostas pela SafeFoodMed, utilizando a cadeia do cereal como estudo de caso, permitirá o estabelecimento de políticas sólidas e robustas para produzir alimentos seguros pelas PME e para controlar essa mesma produção.

     


    O Projeto EUROCIGUA

    A ASAE, em parceria com a AECOSAN - Agência Española de Consumo, Seguridad Alimentaria y Nutrición, com a responsabilidade de estratégia de comunicação deu início ao primeiro de quatro anos daquele que é o primeiro projeto internacional cofinanciado pela EFSA envolvendo 13 organizações de 6 Estados-membros desenvolvendo um estudo de cooperação sobre intoxicação alimentar por ingestão de peixe contaminado por Ciguatoxina.

    Este projeto tem como principais objetivos, além do desenvolvimento de métodos analíticos de deteção de ciguatoxinas, determinar a verdadeira incidência de ciguatera na Europa, bem como as características epidemiológicas dos casos e avaliar a presença de ciguatoxinas nos alimentos e no ambiente na Europa.


    Em 2004 foi detetado nas águas das Ilhas Canárias e Madeira, Gambierdiscus spp., responsável por ciguatera, havendo relato de surtos de intoxicação alimentar de ciguatoxina desde 2008 nestas Ilhas, razão pela qual além da ASAE, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, como parceiros ainda colaboram neste projeto o Parque Natural da Madeira e a Direção Regional das Pescas da Madeira.

    Para sensibilizar a população para a real situação da ciguatoxina, desenvolveu-se um flyer que responde às dúvidas dos consumidores e os conscientiza para a relação risco/ benefício.


    Segurança Alimentar nas Escolas

    PROJETO “ALIMENTO SEGURO”

    Desde outubro de 2013 que a ASAE desenvolve o projeto “O Alimento Seguro” com o intuito de dar a conhecer às crianças algumas noções básicas de Segurança Alimentar e Higiene Pessoal.

    Esta iniciativa conta com a participação de médicos veterinários da ASAE, que se deslocam às escolas básicas do 1º e 2º ciclo, transmitindo de forma clara e adequada ao grupo alvo, as regras de segurança alimentar e de higiene pessoal, como a importância da conservação dos alimentos e da lavagem das mãos, na prevenção de contaminações cruzadas, que têm muitas vezes como veículo os alimentos mal conservados ou as mãos mal lavadas.


    O sucesso que tem tido junto das escolas e a grande adesão e interesse manifestado pelos alunos, permite-nos, desde já, concluir do êxito desta iniciativa e da necessidade da sua continuidade.

    Em 3 anos letivos este projeto já chegou a mais de 7500 alunos distribuídos por diferentes escolas do país. Mas porque queremos alcançar muitos mais alunos este projeto vai retomar neste mês de outubro.


    A ASAE encontra-se disponível para promover a divulgação deste projeto na sua Escola. Para isso, contacte os nossos serviços através do seguinte endereço: asaevaiaescola@asae.pt.


    Projetos Desenvolvidos no Âmbito das Atividades da Avaliação e Comunicação de Risco

    A “Riscos e Alimentos” tem compilado trabalhos decorrentes dos vários projetos desenvolvidos no âmbito das atividades da avaliação e comunicação de risco permitindo a disseminação dos mesmos por um público vasto.


    ONRE- Observatório Nacional de Riscos Emergentes

    O Observatório, teve a sua primeira reunião, na sede da ASAE, a 13 março de 2018 e funcionará como uma rede nacional de Riscos Emergentes com o objetivo de partilhar boas práticas para coordenação de abordagens comuns e multidisciplinares que diminuam o “GAP” entre a avaliação de risco, a gestão do risco e os comunicadores do risco.

    Embora o foco seja a área alimentar contamos com clínicos, toxicologistas gerais, analistas, microbiologistas, virologistas, químicos, veterinários, agro-industriais, Psicólogos sociais, entre várias disciplinas, que trabalharão em colaboração com parceiros-chave nacionais e internacionais na identificação precoce dos riscos emergentes, para que possamos ter um impacto positivo na antecipação das necessidades futuras de avaliação de risco e na prevenção dos desafios futuros da segurança alimentar.

    Promover-se-á que a produção de conhecimento científico, mesmo que com incerteza e naturalmente com alguma divergência científica possa ser comunicada de forma clara e eficiente.

    Pretende ainda este Observatório identificar pontos de conexão de interesse científico, criando mecanismos que melhorem a coerência em caso de divergência científica e de diferentes perspetivas e perceções dos riscos e suas prioridades.

    Por último, mas não menos importante, potenciar o desenvolvimento de projetos com projeção europeia e internacional, alinhados com as prioridades estabelecidas na EU-RAA.

     



    ASAE, junho 2018

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